Era uma vida pequena, simples, frágil mais essencial, agora como um feixe de luz essa pequena vida passou por dentre o caminho daquela pobre menina assustada. Como que por encanto aquele era um dia de chuva, lágrimas do céus derramadas em terra demonstravam o poder dos deus de que nada depende de nós, diz a lenda que quando a alma de um pequeno animal é levada de nós está indo no lugar de uma vida humana, de uma alma que mesmo sem ser pura e inocente como a que nos foi tirada, amamo-as ainda mais. O Sol nos diz que um novo dia amanheceu, porém as nuvens que o encobre em partes diz que a Morte, a doce Morte passou por ali. E agora? O que restará? A dor da perda, a agonia da saudade, o desespero da ausência? E amanhã o que será? Quem será? Quando que a Senhora Morte voltará? As dores não acabam por aqui, virão cada vez mais cruéis e impiedosas, ou será que nós que ficamos cada vez mais fracos ao ponto de nada mais suportar?
Isso não se torna relevante, para falar a verdade nada mais importa, só o silencio mórbido da partida!
SDias (McSS)
sexta-feira, 20 de março de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A morte
Eu não falo...
Não respiro...
Eu não me movo...
Não vejo...
Não ouço... Não sou existente.
Mas eu trago
dor, ódio, descaso, lágrimas, desespero. Eu trago, eu sou a MORTE.
As pessoas me julgam cruel
e me amaldiçoam, mas elas não entendem que eu sou a lei mais bela da vida que elas tanto dizem prezar, ao levar
as almas para outro plano eu dou lugar ao renascimento, a luz,e a felicidade
que seres puros e singelos possuem, todos são tão egoístas, preferem a
presença dolorosa de seus queridos, ao alívio dos enfermos e desgraçados pelo
destino. Me vêem como a escuridão, a criação do demônio, a inimiga de Deus.
Pobres mortais que não enxergam nada além de seus sentimentos supérfluos e vazios . Enquanto
não verdes minha beleza e essência, lamentaram aos pés dos inúmeros túmulos compostos apenas por cascas ocas sem almas, sem
vidas. Se ao menos soubessem onde se encontra a paz que tão vagamente procuram, a paz está em mim, em meus braços, em meu acalento e a maior lástima é que nadas verdes, nem mesmo a destruição do mundo suntuoso de quem vangloriastes como reino, que nada mais é do que o inferno de que tantos queres fugir!
Então não me julgues tão cruelmente
Então não me julgues tão cruelmente
Me escute...
Me entenda
Me aceite
Sou seu fim
Seu recomeço...
SDias(McSS)
SDias(McSS)
Apenas mais uma guerra.
Houveram lágrimas, lágrimas que trouxeram a incompreensão daquela alma. Não bastasse todas as dores, rancores , desilusões, medos e tantos outros tormentares, há agora os olhos de seu amado imersos em lágrimas, e ela nem ao menos sabe o porque, só o que quer é pegá-lo em seu colo e dizer que tudo, absolutamente tudo ficará bem.
Não haverá monstro capaz de arrancá-lo de seus braços. Pois o amor existente é mais forte e inquebrantável do que qualquer matéria ou anti matéria, há a magia em seus olhares, a doçura em suas palavras, a compreensão em seus atos mesmo que eles não sejam certos, serão seguidos de conselhos sinceros que prezaram apenas o zelo.
Há nuvens escuras que encobrem seus dias e trazem o desespero e a dor, doravante a pureza que há em suas almas, divinadas pelos céus, terra e mares, os tornam guerreiros talvez não tão prontos para guerrear mais prontos e destinados a vitória de suas vidas, pois juntos se tornam suficientemente fortes para vencer o invencível.
No momento há a espera de que ele retorne ao lar, para que tudo seja dito, para que as lágrimas o libertem da angustia e devolva o sorriso de menino que tanto a encantou. E a felicidade os acometerá como nunca antes, os abençoando com a gracilidade de suas risadas após um belo duélo de coségas, vitoriando o "campeão" com mais sorrisos e carícias que trará mais garra para a próxima luta, até por que tudo não passará de um novo amanhã.
SDias (McSS)
Não haverá monstro capaz de arrancá-lo de seus braços. Pois o amor existente é mais forte e inquebrantável do que qualquer matéria ou anti matéria, há a magia em seus olhares, a doçura em suas palavras, a compreensão em seus atos mesmo que eles não sejam certos, serão seguidos de conselhos sinceros que prezaram apenas o zelo.
Há nuvens escuras que encobrem seus dias e trazem o desespero e a dor, doravante a pureza que há em suas almas, divinadas pelos céus, terra e mares, os tornam guerreiros talvez não tão prontos para guerrear mais prontos e destinados a vitória de suas vidas, pois juntos se tornam suficientemente fortes para vencer o invencível.
No momento há a espera de que ele retorne ao lar, para que tudo seja dito, para que as lágrimas o libertem da angustia e devolva o sorriso de menino que tanto a encantou. E a felicidade os acometerá como nunca antes, os abençoando com a gracilidade de suas risadas após um belo duélo de coségas, vitoriando o "campeão" com mais sorrisos e carícias que trará mais garra para a próxima luta, até por que tudo não passará de um novo amanhã.
SDias (McSS)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
o Independentemente
O que dizer de um Mundo onde o que mais prevalece é a sede de destruição?
Que se submete a uma dimensão sem rumo, um túnel sem luz e fim. Isso nos obriga a criar refúgios para nos escondermos da guerra sangrenta feita por pessoas sem almas. Os dias passam e cada vez mais nos deixa lições que muitas das vezes nos desagradam. E derrepente nos vemos em um inferno de lembranças e cobranças de um amanhã um pouco melhor.
Que se submete a uma dimensão sem rumo, um túnel sem luz e fim. Isso nos obriga a criar refúgios para nos escondermos da guerra sangrenta feita por pessoas sem almas. Os dias passam e cada vez mais nos deixa lições que muitas das vezes nos desagradam. E derrepente nos vemos em um inferno de lembranças e cobranças de um amanhã um pouco melhor.
Nem tudo é esperado, na verdade pouco nos é previsto, tendo que o enredo da nossa própria história se dá pela vida que nos amaldiçoa com o único crédito da moral que se faz triste e um tanto sombria. Os fantasmas cercam-nos trazendo com um suave soprar o ódio fundido pelo amor fazendo-nos correr em apelo pelas cicatrizes do passado como emenda para as feridas recém criadas por alguém que por natureza deveria nos amar.
A sensação do desamor se debate como um demônio prestes a arrastar para a escuridão toda a pureza que por ordem divina se resguardou no canto mais impróprio do seu íntimo. Cenas são criadas em um palco distinto onde inúmeras peças se fazem ilustres, e mesmo com o coração acelerado a mil suas pernas te levam ao centro do palco de frente para os "telespectadores", só o que você vê são lágrimas e mão prostradas ao distúrbio mental .
Como correr se agora as mesmas pernas que tanto lhe sustentaram te abandonam fazendo-te cair em própria humilhação? Pois bem os rostos enfim criam formas e expressões, algumas mais vagas do que outras, mesmo assim assombrosas. Por um instante as luzes se apagam e mãos te agarram queimando-te em um fogo demoníaco, subitamente ao abrir os olhos você compreende que após um tempo na penumbra da escuridão aprende-se a ver além do que os olhos carnais podem enxergar.
Você grita mais ninguém pode te ouvir, você chora mais ninguém pode te ver, você sofre mais ninguém pode ver e sentir a tua dor, nada mais adianta, nada mais te salvará, não existe força suprema capaz de te reerguer, você está no inferno, presa em uma jaula com um predador sedento por ti, pela tua lama, mais ela também já não existe mais. Acabou agora abrace tua solidão, teu ódio, tristeza, e todos os rancores, desamores e lembranças fantasmagóricas, mais principalmente abrace o demônio que sugou sua alma sacrificando-a como um pedaço de carniça aos urubus, abrace à tudo e se destrua, submeta-se ao total e irreversível desastre para que possa ressurgir das suas próprias cinzas, como uma fênix perfeita a sobrevoar a imensidão do espaço a procura de um novo Mundo, onde possa repousar sobre a luz tênue do luar, pois tudo acabou e aquele Mundo se foi, tudo não passou de um segundo, o final deu lugar ao recomeço, tão merecido e doce recomeço, que não passará de um mais segundo.
SDias (McSS)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Depressão
A depressão nos leva ao conhecimento da desgraça e destruição que muitos podem nos causar.
Nos vemos presos a correntes invisíveis que nos aprisionam de tal maneira incompreensível, nos fazendo reféns de nossos próprios medos. Escapar dessa prisão já está a muito fora de cogitação, pois a fraqueza grita mais forte, assim como trovões em uma grande tempestade.
Muitas vezes essa depressão traz uma consequência traiçoeira muito conhecida como Morte, e por mais natural e divina que ela seja as pessoas não estão acostumadas a encara-lá, pois ela traz a saudade aos que ficam neste plano. Os remédios agora são indispensáveis para o pouco conforto que estas pobres almas podem almejar, tendo seus refúgios em profundos sonos e sonhos. Mas a tristeza não se vai mesmo em prol de tantas tentativas vagas, o caminho é longo e cheio de fantasmas prontos para nos arrastar de volta a escuridão de que tanto fugimos. O fato é que é hora de encarar a realidade: Somos fracos mais não derrotáveis!
SDias (McSS)
Nos vemos presos a correntes invisíveis que nos aprisionam de tal maneira incompreensível, nos fazendo reféns de nossos próprios medos. Escapar dessa prisão já está a muito fora de cogitação, pois a fraqueza grita mais forte, assim como trovões em uma grande tempestade.
Muitas vezes essa depressão traz uma consequência traiçoeira muito conhecida como Morte, e por mais natural e divina que ela seja as pessoas não estão acostumadas a encara-lá, pois ela traz a saudade aos que ficam neste plano. Os remédios agora são indispensáveis para o pouco conforto que estas pobres almas podem almejar, tendo seus refúgios em profundos sonos e sonhos. Mas a tristeza não se vai mesmo em prol de tantas tentativas vagas, o caminho é longo e cheio de fantasmas prontos para nos arrastar de volta a escuridão de que tanto fugimos. O fato é que é hora de encarar a realidade: Somos fracos mais não derrotáveis!
SDias (McSS)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
O talvez da vingança.
"Nem sempre a vingança é motivada pelo ódio,
talvez seja apenas a dor da injustiça e perda que grita mais alto no vale assombroso, onde se esconde nossa alma."
SDias ( McSS )
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
No fundo do meu quintal.
Mais um amanhecer se faz presente, no balanço do meu quintal há uma criatura visivelmente só. Ela não me dirija a palavra, apenas seu olhar que se encontra triste, me pergunto de onde essa criança surgiu e logo os pássaros que inconvenientemente cantam ao alto do meu limoeiro dizem-me que ela não está só como meus olhos condenam. A revejo e o olhar permanece fixo ao meu, subitamente uma lágrima caí em seu rosto e logo os soluços desenfreados daquela criatura incapaz de sorrir me fazem sentir uma certa pena. E surpreendentemente os pássaros estavam certos, ao lado dessa sombra há outra, mais densa e obscura, doravante ela transmite paz não só a minha inesperada hóspede, como a mim mesma. O silêncio torna-se torturante, minhas pernas não me permitem correr, mais ainda sim minha voz ressoa algumas poucas palavras, as duas criaturas diante de mim sorriem discretamente e logo me encontro em lágrimas que trazem um sentimento que desconheço. Acho que já se passaram horas, dias, anos ou talvez milênios, mas não se passaram nem mesmo os segundos que criam e recriam os minutos. Já não sei o que está acontecendo a minha volta, é como se o Mundo estivesse se disseminando ao poder alucinógeno desses dois seres que agora perecem-me ser tão íntimos. Tudo está tão confuso, e agora ouço um barulho remotamente familiar, assim despertando-me do meu devaneio. É o estridente despertar do relógio, anunciando que as seis horas se tornam minha cruel realidade, onde a rotina me escraviza, aliás era tudo parte da minha imaginação. Levanto-me e olho pela janela em direção ao quintal, especificamente para o velho balanço vazio e abandonado, não há ninguém lá, nem a criança, nem a sombra, nem os pássaros, nem o limoeiro, é apenas um pedaço do meu jardim mal tratado pelo descaso que o tenho submetido. Nada daquilo fora real, apenas a loucura que me acomete a cada dia mais em todo amanhecer.
SDias ( McSS )
SDias ( McSS )
Assinar:
Postagens (Atom)